Ilê Orixá Ogum Adioko e Oya Tofã

Nação Oyo e Jeje

 

Bí orí bá ti mọ, là ńdá fìlà fún un.
"Tal como a cabeça é (em tamanho), são feitos os chapéus para ela".

 
10 ANOS DE OYA TOFÃ - TOQUE DE TERMINAÇÃO E OBRIGAÇÃO DE FILHOS

O INÍCIO COM ESÚ

Esú, conhecido na nação batuqueira como simplesmente Bará é o orixá responsável por tudo o que fazemos, o que não fazemos e também o que somos, pois nada é possível de ser realizado sem sua vontade, sem sua permissão, tudo passa por ele. [MAIS]

AMIGOS QUE PRESTIGIARAM

Alguns dos amigos que estiveram presentes na obrigação de comemoração dos 10 anos de Oya Tofã, durante o toque de terminação que ocorreu no dia 8 de abril. Todos que ao visitarem um axé deixam também um pouco de seu axé [MAIS]

CHAMADO AOS ORIXÁS

Pai Alexandre de Oya, acompanhado de Pai Ronie de Ogum Adioko e de Mãe Fernanda de Xangô Fumilayo do Ilê Axé Orixá, madrinha de Pai Alexandre, realizou o chamado aos orixás, antes do toque de terminação, no dia 08 de abril, agradecendo por tudo, e pedindo por os que necessitam do axé de cada um dos orixás. [MAIS]

ENTREGA DE AXÉS

Durante o toque de terminação, ocorrido no dia 8 de abril Pai Alexandre de Oya Tofã fez a entrega de axés de obé e de ifá para alguns de seus filhos, que se aprontaram durante a comemoração dos 10 anos de Oya Tofã. [MAIS]

DECORAÇÃO QUARTO DE SANTO

O quarto de santo foi preparado para o toque de terminação e entrega de axés dos primeiros filhos de Pai Alexandre de Oya Tofã a receberem axés, o esperado por muitos era uma decoração em branco, mas foi o vermelho de Oya que prevaleceu em toda a decoração, seja pela cor dos doces, das frutas ou adornos que estavam presentes. [MAIS]

EMOÇÃO E FÉ NA DANÇA

Foi com muita emoção, fé e alegria que se dançou de pés descalço para os orixás durante o toque de terminação, da obrigação que comemorou os 10 anos de Oya Tofã e obrigação de seus filhos, mostrando a força do axé, a força da fortaleza construída através da fé, da verdade e ações corretas. [MAIS]

AXÉ DA BALANÇA

Foi realizado axé da balança durante o toque de terminação, no dia 8 de abril, a fim de confirmar a obrigação. Este é um axé sempre realizado quando ocorre obrigação com 4 pé. Somente participam da balança os que possuem no mínimo bori de 4 pé, pois é um axé de muita força. Além disso ninguém pode participar de um axé que não possua. [MAIS]

PARTE DA FORTALEZA

Dizer que se faz parte da fortaleza Ilê Orixá é dizer que somos da família Ilê Orixá, uma família ligada sagrado, construída pela fé e pela certeza de que todos estamos no mesmo caminho, um caminho trilhado no convívio diário com as diferenças mas com respeito mútuo por todoS [MAIS]

10 ANOS DE OYA TOFÃ - TOQUE EM HOMENAGEM OYA

CONVERSA ANTES DO INÍCIO

Instantes antes de iniciar o toque em comemoração aos 10 anos de Oya Tofã, Pai Alexandre de Oya reuniu o filhos do axé e agradeceu a dedicação de todos os que estiveram presentes durante muitos dias e horas para que a obrigação fosse toda ela de forma correta, como foi planejada, e para isso sempre se faz necessário conversar para aparar as arestas e destacar tudo que está positivo. [MAIS]

DECORAÇÃO PEJI

Mesmo em um toque fechado exclusivamente para os filhos do axé, a decoração do quarto de santo não deixa de ser realizada, pois antes de tudo o carinho com o sagrado é sempre expressado nos detalhes muitas vezes passados de forma [MAIS]

SAUDAÇÃO EXÚ BARÁ

Vestidos de vermelho, como realiza antes de todos os toques, o Ilê Orixá reuniu-se antes do início para reverenciar o orixá responsável pelos nossos caminhos, por nossa vida e nossa continuidade no aye. Ele representa o movimento, o sangue que corre e a própria vida. [MAIS]

HUMILDADE NO CHAMADO

Todos de joelhos, ninguém obrigado, a ninguém foi solicitado, todos em sinal de respeito de humildade e também de fé. Desta forma que Pai Alexandre, acompanhado de sua madrinha Mãe Fernanda de Xangô [MAIS]

A EMOÇÃO DA RODA

A cada nova obrigação novas emoções, novas lembranças, assim é estar dançando em uma roda durante um toque em homenagem aos orixás. Somente quem está plenamente em acordo com o sagrado possui condições de sentir esta emoção. [MAIS]

INTERVALO DO TAMBOR

Mesmo em uma obrigação fechada somente para os filhos do axé a rotina da obrigação é a mesma, com doces para serem degustados, com intervalo para axé com os orixás e também para conversar um pouco [MAIS]

UMA FAMÍLIA CONSTRUÍDA NA FÉ

Não existe nenhuma família que seja perfeita, e isso torna a convivência mais dinâmica pois nos dá um leque de possibilidades para se desenvolver para crescer e também para estar sempre aprendendo, a conviver com as diferenças de cada um. Conviver em grupo sempre implica e buscar o que cada um possui de melhor, a procurar sempre as qualidades de cada um e não defeitos. Em uma família religiosa a base sempre é a fé, é ela que nos move, que nos orienta e também quem determina a maior parte do que fazemos no nosso dia a dia, pois ao entrar para a religião dos orixás estamos sempre ligados a uma família, ao qual todos dependemos uns dos outros. Ser de uma mesma família também determina ajudar uns aos outros, a se preocupar com o outro e também entender que como família sempre estamos sujeitos a diversas situações diárias, e independente sempre juntos e unidos. [MAIS]

LIMPEZA DE FIM DE ANO

Como faz todos os anos o Ilê Orixá realizou a sua tradicional limpeza de fim de ano no último dia 2 de dezembro, a partir das 10 horas da manhã, reunindo seus filhos do axé e dezenas de amigos que buscam iniciar o novo ano com suas energias [MAIS]

FESTA DE NATAL EM 2016

Ocorreu no dia 23 de dezembro mais uma festa de natal solidário dentro das dependências do Ilê Orixá, foram atendidas dezenas de crianças oriundas da Vila Rica e Vila Maria, próximas ao Ilê Orixá, que está localizado [MAIS]

ENTREGA DE TABULEIRO

No dia 18 (sábado) de dezembro, foi realizada a entrega do tabuleiro de encerramento do ano do Ilê Orixá, juntamente com o Ilê Axé Orixá e Ilê de Oxum Docô, cada uma dos terreiros levou consigo um tabuleiro de seu axé, com pedidos de saúde, de agradecimento e também renovação de pedidos de saúde, harmonia e paz para o novo ano, para todos os filhos, netos, amigos e clientes que fazem com que o Ilê Orix´seja uma fortaleza de fé a todos os que estão nele. [MAIS]

 

TROCA A ÁGUA DAS QUARTINHAS PARA RECEBER ANO DE OGUM E OYA

Na noite do dia 31/12, as 22 horas os filhos do axé acompanhados de Pai Alexandre de Oya e Pai Ronie de Ogum realizara a troca da água de todas as quartinhas, para receber o novo ano, regido para o Ilê Orixá pelos orixás Ogum e Oya. A se trocas as águas no final do ano, se recebe o ano novo com energias renovadas, criando condições de fazer com que desta forma se inicie um ano com novas energias. [MAIS]

ORIXÁ EXÚ BARÁ É SAUDADO PARA RECEBER ANO DE OGUM

Um novo ano se iniciou e os ritos aprendidos seguem sendo praticados no Ilê Orixá, que teve como sua primeira atividade religiosa a realização da abertura para o orixá Exú o cruzeiro, como forma de agradecer ao ano que encerrou e de pedidos que o novo ano seja um ano de paz, harmonia, saúde e conquistas para todos. [MAIS]

TOQUE DE ENCERRAMENTO DO ANO PARA OS FILHOS DO AXÉ - HOMENAGEM AO ORIXÁ OXALÁ

FAMÍLIA ILÊ ORIXÁ ENCERRA O ANO 2016 COM XIRÊ EM HOMENAGEM AOS ORIXÁS OXALÁ E OXUM

No último xirê do dia 09 de dezembro, parte da família religiosa do Ilê Orixá se reuniu novamente para cultuar o sagrado, em homenagem aos orixás Oxalá e Oxum, momento em que cada um dos filhos do axé levou uma muda de planta como forma representativa da sacralização para cada orixás, na mesma data também foi realizado o batizado nos moldes yorubá do Joaquim.

Em um xirê é momento de descontrair, de cultuar o sagrado, de sorrir e de transmitir boas energias aos que fazem parte do axé, pois fazer parte significa fazer parte da família, e ao fazer parte desta família estão todos protegidos pelo axé da fortaleza Ilê Orixá, que a cada dia está fortificada pelo axé de todos que frequentam esta família de fé. [MAIS]

 

ILÊ ORIXÁ FAZ HOMENAGEM AOS ORIXÁS OXALÁ E OXUM

Não se precisa de luxo para cultuar o sagrado, e foi com muita simplicidade que o Ilê Orixá encerrou o ano de 2016 com seu xirê de encerramento do ano aos Orixás Oxalá e Oxum, no Ilê Orixá. Para este xirê não foram sacrificadas aves, já que a obrigaçãod e Pai Alexandre ocorreu no mês de abril, e de Pai Ronie no mês de outubro, não havendo a necessidade de se cortar novamente, até porque não é somente de sangue vermelho que o orixá se alimenta, deve existir um equilíbrio entre os demais tipos e é o somatório de todos que traz a força de realização.

O xirê foi realizado no dia 9 de dezembro, fechado aos filhos e amigos próximos do axé, não tendo sido extensivo convite, pois é um dos momentos em que os filhos possuem de descontração, podendo ficar de forma mais informal, mas de nenhuma forma com menos respeito ou carinho [MAIS]

 

RITUAL DE BATISMO NOS MOLDES YORUBÁ DE JOAQUIM

Na tradição judaico-cristã o batismo é um ato de purificação, pois ao ser batizada a criança é limpa dos pecados originais, cometidos por seus antepassados Adão e eva. Na concepção yorubá o batismo não possui estes significados, primeiramente porque não existe a idéia de pecado. Além disso o batismo para o culto africano em especial no batuque possui por finalidade apresentar a criança ao elementos sagrados determinados e consulta ao oráculo, que após pronunciados os ofós adequados criam uma esfera de proteção e amparo, dando condições da criança ser realizadora do que foi pronunciado.

"0 isomoloru:o a cerimônia de batismo é um aspecto muito importante entre os Yoruba. Este eveento é acompanhado de muita festividade. Na cultura Yoruba, o nome é normalmente dado a crianças no oitavo dia de vida, ou seja, uma semana após o nascimento. [MAIS]

22/10/2016 ::: TOQUE EM HOMENAGEM AO ORIXÁ OGUM ADIOKO - 11 ANOS

BALANÇA PARA CONFIRMAR A OBRIGAÇÃO

Mais uma obrigação de balança ocorreu no Ilê Orixá, no dia 22 de outubro. Foi momento para conformar a obrigação de bori de Pai Ronie (que cortou ára seu bori em 14 de julho) e de seus filhos Marcelo de Xangô Godô e Divina de Oxum Demum. O ritual da balança é realizado no batuque do Rio Grande do Sul, sempre que se faz obrigaçao de 4 pé, pra alguns apenas um momento para chegada dos orixás, para outros momento de julgamento de Xangô quanto a obrigação, o certo é que é um ritual cheio de mistérios, mas seguido por todos.

Neste sentido somente participam da obrigação os que possuem obrigação de 4 pé, nesta balança ela foi composta por 32 pessoas, que de mãos dadas formaram um elo de força e axé. Antes do início da balança, Pai Alexandre de Oya salientou que em nossa casa, não balançamos [MAIS]

O INÍCIO DE TUDO COM BARÁ

Antes do início da comemoração do 11 anos de Ogum Adioko e obrigação de filhos do axé, os filhos e alguns amigos foram até o cruzeiro próximo ao Ilê realizar a saudação ao orixá Bará, como forma de agradecimento e também de pedidos de proteção e aberturas.

Na África Bará é conhecido apenas como Exu, e é considerado um orixá universal, pois toda África faz cultos a ele, independente da região o que faz com que seja respeitado e idolatrado em toda parte. Ele é tão importante que não é possível realizar culto para nenhum outro orixá sem antes realizar culto a ele. Exu representa o infinito, o inacabado. Representa tudo que existe. A vida e a morte, o masculino e o feminino, o bem e mal, embora Exu não seja nem bom nem mal, pois está acima disso. [MAIS]

APENAS UMA CONVERSA COM O SAGRADO

A chamada aos orixás antes de iniciar uma obrigação pode perfeitamente ser entendida como um pedido de posso continuar, de permissão para seguir em frente e também de apenas vou iniciar. De qualquer forma sempre conversamos com nossos orixás, cada um de uma maneira para iniciar qualquer obrigação, isso é respeitar o sagrado e as divindades que cultuamos.

Essa converssa pode ser rápida ou longa, em silêncio ou não, pois o que é importante não são as palavras, mas sim o que vem do coração de cada um ao se ajoelhar e conversar com os orixás, o que importa são nossas atitudes com o sagrado, pois somos de religião todos os dias de nossa vida. O que vale não é o que falamos para os outros ouvirem mas o que desejamos em silêncio, o que pensamos, mesmo que se fale diferente, mesmo que outras pessoas pensem diferente. [MAIS]

DECORAÇÃO EXTERNA DO ESPAÇO ILÊ ORIXÁ

Cada parte do espaço externo do Ilê em dia de festa é decorado para um orixá, para lembrar a sua energia e evidenciar o seu axé. Isso é uma forma de homenagear o orixá e também de se perceber o seu axé nos adornos presentes, nos salgados e doces que estão sendo servidos. A decoração das mesas externas é realizada por Pai Alexandre de Oya acompanhado de alguns filhos do axé que o auxiliaram.

A decoração das mesas associada ao verde da vegetação que existe no Ilê Orixá, além de muitos galhos que são utilizados como parte da decoração faz com que nos sintamos com uma festa no meio da mata, na terra, na presença de todos os orixás, pois orixá esta associado a natureza, não existe orixá sem folha. [MAIS]

FAMÍLIA ILÊ ORIXÁ: UMA FORTALEZA DE FÉ E FORÇA

Nenhum de nós tem direito de escolher a família sanguínea que iremos nascer (sem entrar no mérito da escolha de ori) mas todos podemos escolher a que família religiosa que iremos pertencer. Família religiosa existem de vários tipos, formadas na pobreza, ou na riqueza, de Oyo, de Jeje, de Cabinda, de Nagô, de Oyo com Jeje, de Ijexá, dos mais variados tipos de Candomblé, existem famílias que estão sempre em uma mesma sintonia (estas crescem) e existem famílias formadas na discórdia (estas não prosperam), e existe a família ILÊ ORIXÁ, que de nenhuma forma é melhor que outras, mas é simplesmente ela.

A família Ilê Orixá é formada por pessoas que já passaram por diversos tipos de famílias, e também por pessoas que nunca tiveram uma família religiosa, e que hoje fazem com que esta família seja uma fortaleza de fé, de força, de conquistas, de axé. [MAIS]

Durante a festa religiosa é comum a apresentação dos filhos que cumpriram preceitos aos orixás para a comunidade que assiste ao rito, é uma forma de mostrar os que estão cumprindo obrigação e apresentar quem está sendo preparado pelo axé. É uma maneira de se manter a seriedade, pois não pode quem não fez um preceito dizer que realizou, já que sempre ocorre em momento público, na presença de dezenas de religiosos e comunidade em geral.

Os que comemoram suas obrigações são todos apresentados em fila, geralmente na ordem em que se cultua o orixá, e assim seguem em direção ao Bará, ao quarto de santo e ao pagodô, em um momento de intensa alegria, fé e emoção. Momento de refletir no que fizemos e de nos concentar no sagrado, nos concentar na energia de nossos orixás, e assim sentir o sagrado dentro de nós. [MAIS]

CARINHO E FARTURA NA DECORAÇÃO DO QUARTO DE SANTO

Durante a festa religiosa é comum a apresentação dos filhos que cumpriram preceitos aos orixás para a comunidade que assiste ao rito, é uma forma de mostrar os que estão cumprindo obrigação e apresentar quem está sendo preparado pelo axé. É uma maneira de se manter a seriedade, pois não pode quem não fez um preceito dizer que realizou, já que sempre ocorre em momento público, na presença de dezenas de religiosos e comunidade em geral.

Os que comemoram suas obrigações são todos apresentados em fila, geralmente na ordem em que se cultua o orixá, e assim seguem em direção ao Bará, ao quarto de santo e ao pagodô, em um momento de intensa alegria, fé e emoção. Momento de refletir no que fizemos e de nos concentar no sagrado, nos concentar na energia de nossos orixás, e assim sentir o sagrado dentro de nós. [MAIS]

A DANÇA DURANTE AS COMEMORAÇÕES DOS 11 ANOS DE OGUM ADIOKO

A cada movimento, a cada gesto, a cada passo sempre a certeza que estamos andando no caminho certo, da verdade, da humildade e de união. Na noite do dia 22 de outubro, dezenas de amigos e filhos do axé dançaram para os orixás durante as comemorações dos 11 anos de Ogum Adioko e obrigação de filhos, todos unidos apeenas para reverenciar os orixás.

É na dança que a maioria das pessoas mostra a sua relação com o sagrado ou ao se expressar com emoção, carinho e alegria. No batuque a dança sempre está presente, o orixá dança para contar seu mito, o ser humano dança para respeitar e enaltecer o orixá. Para cada orixá uma dança, um gesto, uma emoção diferente. [MAIS]

ALGUNS DOS AMIGOS QUE ESTIVERAM PRESENTES NOS 11 ANOS DE OGUM ADIOKO

Alegria era o que se via no rosto de cada um dos que visitaram o Ilê Orixá nas comemorações dos 11 anos de Ogum Adioko, que no dia 22 de ooutubro abriu as portas do axé para receber a dezenas de amigos que dedicaram a noite para dançar descalços aos orixás. E sempre um prazer receber os amigos no aniversário de comemoração de nosso orixá, em uma fest sempre recebemos quem gostamos.

Todos nós quando decidimos visitar um amigo de religião vamos para prestigiar o orixá, para prestigiar a festa e também para rever amigos religiosos, ninguém vai a uma festa religiosa porque não tem mais nada para fazer, todos que se deslocam vão pois dedicaram aquele tempo para isso. E decicar tempo aos orixás nunca é perda de tempo, pois o tempo que gastamos sempre é válido pelo aprendizado e pelo axé recebido. [MAIS]

 

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Publicado em 13/11/2011 - Última atualização 18/05/2017

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