Variedade e fartura

 

Dentro da religião africana é anânime sempre servir o melhor para nosso orixá, isso é uma questão que não se discute, pois todos fazem isso, todos sempre buscam o melhor para o seu orixá. E ao orixá não importa o quanto e o que se serve, mas sim o carinho, cuidado e dedicação no preparo de seus axés, de sua culinária.

Preparar alimentos para uma festa religiosa dentro do batuque é ter a oportunidade de partilhar entre amigos e família religiosa de alimentos sagrados e consagrados aos orixás, o que emociona e também nos dá votade de sempre tentar fazer melhor, o orixá não nos cobra isso, mas quem não deseja servir o melhor ao seu orixá?

E carinho, cuidado é o que não falta dentro da família Ilê Orixá, que busca a cada nova festa melhorar ainda mais, para atender aos seus amigos e visitantes com o mesmo carinho que produz todos os alimentos que são servidos durante as festividades.

Todo alimento que é servido ao orixá é sagrado, e dotado de axé, pois carrega consigo o axé de quem o fez, de quem comprou os alimentos e também de todos os que estiveram envolvidos no preparo do alimento, para o africano tudo é importante, todos somos importantes e necessários.

São servidas nas festas aos orixás além de doces, alimentos salgados que são preparados com os animais sacralizados durante os ritos religiosos, dai a importância do cuidado correto e adequado com a carne destes animais que após ser limpa e temperada será utilizada nos mais variados tipos de alimentos, que variam de acordo com a casa.

Não são servidas bebidas alcoólicas nas casas de nação (o que impede que se beba qualquer tipo de bebida alcóolica antes de ir a uma festa), pois o orixá não bebe álcool, somente são servidos refrigerantes, sucos ou atã, bebida ritual dedicada ao orixá Ogum.

No Ilê Orixá, todos alimentos quando estão prontos são servidos em pratos decorados, que ornamentam mesas dedicadas aos orixás, como forma de homenagear nossas divindades, pois os doces que são servidos, em sua maioria são dedicados a determinados orixás.

Pai Alexandre de Oya e Pai Ronie de Ogum agradecem a todos que dedicaram tempo no preparo, de todos os alimentos que foram servidas nesta festa, levando axé de muita prosperidade na mesa de cada um de seus filhos, além de desejar que todos os que se alimentaram destes alimentos tenham se

Chamado aos Orixás em Toque de Terminação / Abertura na rua para Bará Exú / Axé da Balança / Decoração do Quarto de Santo

A dança durante a roda / Alguns amigos do axé / Variedade e fartura / Família Ilê Orixá

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Publicado em 07/04/16 -  Lei de Direito Autoral nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.