Jane de Oxum, filha de Pai Ronie de Ogum Cláudia de Iemanja, filha de Pai Alexandre Marcelo de Ogum, filho de Pai Ronie de Ogum
Janaina, filha de Pai Ronie Sheila de Bará Lanã, filha de Pai Ronie Elisângela de Oya, filha de Pai Ronie

Filhos do Axé

Ogum Adioko e Oya Tofã

Um Ilê não é construído somente por seus dirigentes, é por cada sorriso de satisfação das pessoas que frequentam, pelos Orixás que permitem ocorrer todas as alegrias e conquistas e por todos os filhos do axé.

São os filhos de uma casa os principais responsáveis pela perpetuação do axé, a quem o Babalorixá confia para transmitir o que sabe, para que no futuro este conhecimento seja replicado.

Ser filho do axé é confiar na religião dos Orixás, e primeiramente é um voto de confiança no Babalorixá que iniciou aquele filho.

Ser filho não é apenas estar nas festas e origações, é estar presente em todos os momentos, bons e ruins. É viver a religião em sua plenitude, com satisfação e alegria.

Ser de axé é poder fazer parte de uma religião que faz o bem, a todos que batem a sua porta, sem esperar receber nada em troca por isso.

É ter um comportamento ritual de exemplo, de modelo, que identifique o terreiro na comunidade em que está inserido. Ser de axé é viver o axé.

Rosângela de Xapanã, filha de Pai Ronie
Andrei de Orumilaia e Alisson de Oxalá
Marilaine de Oxum, filha de Pai Ronie
Valério de Ogum, filho de Pai Alexandre Sílvia de Bará Agelú, filha de Pai Ronie
Vitória e Henrique Cátia de Oya, filha de Pai Ronie Gisele de Iança, filha de Pai Ronie