Oriki das crianças batizadas

Em 10 de julho de 2015, ocorreu na sede do Ilê Orixá a construção coletiva do oriki de algumas crianças que foram batizadas no Ilê Orixá, com isso mais um passo é dado rumo a uma reafricanização. Durante a noite em que foi construído o oriki, Pai Ronie primeiramente explicou que na África é uma forma de produção literária, que pode ter várias finalidades, ressaltar o nascimento, a vida de uma pessoa, sua personalidade entre tantas outras possibilidades. Construir um oriki também é uma maneira de pedir, pois cada vez que se ressalta um oriki de certa forma se pede, se agradece e se deseja.

As crianças agraciadas com orikis foram as nominadas abaixo:

Nome

Batismo nos moldes yoruba em

Alice Fraga Fernandes

13/12/2014

Kauany Vitória Monteiro de Amorim

14/12/2013

Yuri Peres da Silva

14/12/2013

Ao recitar o oriki de uma criança movemos todo um mundo espiritual para fazer com que seja atingido todos os pedidos feitos no momentos que este foi construído, é uma maneira não só de desejar, mas de fazer agir, como uma espécie de remédio desenvolvido especialmente para aquela pessoa, capaz não só de curar os seus problemas físicos, mas também espirituais.

Estiveram presentes: Felipe Fraga, Janaína Moraes, Elisangela Fraga, Vitor Fraga, Michele Marins Peres, Alissa Aires, Gregory Marchetto, Érica, Ana Maria Henrich, Terezinha de Jesus, Marilene Labres, Divina Borges, Janaína Moraes, Alessandra lopes, Alessandra Costa Vargas, Marcelo, Edgar de Jesus, Vitor Fraga.

Que todos os desejos que foram pedidos no oriki de cada criança mantenha cada uma delas dentro de seu projeto de vida, propiciando uma vida de plena realização, sucesso, alegrias e muita felicidade.

Pai Ronie de Ogum Adioko
Sobre Pai Ronie de Ogum Adioko 543 artigos
Pai Ronie é Licenciado em Matemática pela Uniasselvi, Graduando em Química (UNIP), especialista em Mídias para educação (UFRGS), especialista em história e cultura afro (Uniasselvi). É babalorixá no Ilê Orixá, escritor, professor e estudioso da religião de matriz africana.

Seja o primeiro a comentar